1. Encontre o drama inerente em sua ofertaAfinal, você planeja ganhar dinheiro vendendo um produto ou serviço ou ambos. As razões que as pessoas têm para comprar de você devem dar uma dica do drama inerente ao seu produto ou serviço. Alguma coisa em sua oferta precisa ser inerente ao interesse de alguém ou você não iria por à venda. Para a bebida energética para atletas, é a alta concentração de líquidos revitalizastes e sais minerais.
2. Traduza o drama inerente em um benefício ou vantagem realLembre-se sempre que as pessoas compram benefícios, e não características. As pessoas não compram shampu; as pessoas compram um bom visual ou limpeza ou cabelos manuseáveis. As pessoas não compram carros; as pessoas compram velocidade, status, estilo, economia, performance e poder. Uma mãe não compra cereais; ela compra nutrição, apesar que muitas compram qualquer coisa que suas crianças comam – qualquer coisa. Então, encontre o maior beneficio em sua oferta e escreva-o. Deve vir direto da característica inerente ao drama. E mesmo que você tenha quatro ou cinco benefícios, fique com apenas um ou dois – três, no máximo.
3. Apresente seus benefícios de forma tão plausível quanto possível
Existe um mundo de diferenças entre honestidade e plausibilidade. Você pode ser 100% honesto (aliás, como sempre deve ser) e as pessoas ainda não acreditarem em você. Você deve ir mais além da honestidade, além das barreiras que a propaganda erigiu com sua tendência de exagerar, e apresentar seu benefício de uma forma que seja aceito sem qualquer dúvida.
Uma empresa de cereais poderia dizer, “uma tigela de nosso produto provê sua criança com quase a mesma quantidade que uma pílula de complemento vitaminas”. Esta frase começa com o drama inerente, transforma-o em beneficio e é apresentado de forma plausível. A frase soa como uma verdade incontestável.
4. Chame a atenção das pessoas
As pessoas não prestam atenção às propagandas. Elas só prestam atenção às coisas que lhes interessam. E, às vezes, elas encontram essas coisas numa propaganda. Então você consegue interessá-las. E enquanto você está aí, faça com que este interesse se volte para seu produto ou serviço, não só o seu anúncio.
Tenho certeza de que você se lembra de algum anúncio interessante, mas não se lembra do produto. Muitos publicitários criam anúncios mais interessantes do que o produto que estão anunciando. Você pode evitar esta armadilha, memorizando esta frase: Esqueça o anúncio… O produto ou serviço é interessante? A companhia de cereais poderia colocar seu ponto de vista, mostrando uma imagem de duas mãos quebrando uma cápsula de vitaminas de onde caem cereais em uma tigela de visual apetitoso.
5. Motive sua audiência a fazer alguma coisaConvide-os a visitar sua loja, como a empresa de alimentos faria. Diga-lhes para telefonar, preencher um cupom, enviar uma embalagem ou código de barras, fazer uma degustação ou pedir uma demonstração gratuita. Não se contente com pouco. Para fazer o marketing de guerrilha funcionar, você precisa dizer às pessoas exatamente o que você quer que elas façam.
6. Esteja certo de se comunicar claramente
Talvez você saiba do que está falando, mas e os seus leitores e ouvintes?
Note que as pessoas não estão realmente pensando no seu negócio e que não irão prestar atenção totalmente no seu anúncio – mesmo quando elas estiverem prestando atenção. Coloque-se como alguém de fora para ter certeza que está passando sua mensagem.
Você poderia mostrar o anúncio para 10 pessoas e perguntar qual o ponto principal para elas. Se uma pessoa não entendeu, quer dizer que 10% das pessoas poderão não entender. E se você rodar o anúncio para 500.000 pessoas, pode ser que 50.000 não venham a entender o ponto principal. Isso é inaceitável. Cem por cento da audiência deve entender o ponto principal. A empresa de cereais poderia fazer isso começando com um título ou subtítulo dizendo “Dar nosso produto a suas crianças é como lhes dar vitaminas – só que muito mais gostoso”. Tolerância zero à ambigüidade!
7. Meça sua peça de publicidade em função de estratégia criativaSua estratégia criativa deve servir como guia e vai fornecer dicas para o conteúdo do seu anúncio. Se você não fizer isso, você acaba criando as peças de publicidade no vácuo. E isso não é ser criativo. Se o anúncio vai na linha de sua estratégia, então você pode julgá-lo contra outros elementos.
Não se deixe enganar pela simplicidade deste método. Ele funciona perfeitamente com qualquer produto ou serviço e pode transformar seu negócio porque aborda a natureza humana. [Webinsider]
8. Use as cores ao seu favor Não há como negar que, psicologicamente o homem é atraído pela infinidade de tons e de cores.
As cores exercem um papel importante no psicológico de cada um. Elas são utilizadas para estimular, afirmar, negar, decidir, curar e, no caso de propaganda vender.
É fato que reagimos de maneira mais emotiva do que racional diante das cores.Por isso a propaganda é o meio de comunicação que abusa das cores para despertar sensações, atrair e influenciar o consumo.
O diretor de arte não pode usar a cor pelo seu gosto pessoal. Ele tem que pensar primeiramente no cliente que deseja atingir, por isso todo conhecimento sobre cores é fundamental: princípios e combinações, formação das cores e tudo mais vai nos preparar para enfrentar o gosto pessoal do atendimento, do dono da agencia e do cliente.
O significado das cores:
LARANJA - Força, euforia, alegria e confiança
AMARELO - Estimulante, alerta, esperança
VERMELHO - Dinamismo, energia, revolta, calor, raiva
VERDE - Bem-estar, paz, saúde, equilíbrio
AZUL - Viagem, verdade, intelectualidade, advertência.
ROXO - Fantasia, mistério, egoísmo, espiritualidade.
LILÁS - Estima, valor, dignidade.
MARON - Pensar, melancolia.
O significado das cores na Publicidade
VERMELHO: Aumenta a atenção, é estimulante, motivador. Indicado para uso em anúncios de artigos que indicam calor e energia, artigos técnicos e de ginástica.
LARANJA: Indicado para as mesmas aplicações do vermelho, com resultados um pouco mais moderados.
AMARELO: Visível a distância, estimulante. Cor imprecisa, pode produzir vacilação no indivíduo e dispersar parte de sua atenção. Não é uma cor motivadora por excelência. Combinada com o preto pode resultar eficaz e interessante. Geralmente indicada para aplicação em anúncios que indiquem luz, é desaconselhável seu uso em superfícies muito extensas.
VERDE: Estimulante, mas com pouca força sugestiva; oferece uma sensação de repouso. Indicado para anúncios que caracterizam o frio, azeites, verduras e semelhantes.
AZUL: Possui grande poder de atração; é neutro nas inquietações do ser humano; acalma o indivíduo e seu sistema circulatório. Indicado em anúncios que caracterizem o frio.
ROXO: Acalma o sistema nervoso. a ser utilizado em anúncios de artigos religiosos, em viaturas, acessórios funerários etc. Para dar a essa cor maior sensação de calor, deve-se acrescentar vermelho; de luminosidade, o amarelo; de calor, o laranja; de frio o azul; de arejado o verde.
PÚRPURA E OURO: Cores representativas do valor e dignidade. Devem ser aplicadas em anúncios de artigos de alta categoria e luxo.
MARROM: Esconde muito a qualidade e o valor e, portanto, pouco recomendável em publicidade.
VIOLETA: Entristece o ser humano, não sendo, portanto, muito bem visto na criação publicitária.
CINZA: Indica discrição. Para atitudes neutras e diplomáticas é muito utilizado em publicidade.
PRETO: Deve ser evitado o excesso em publicações a cores, pois tende a gerar frustração.
AZUL E BRANCO: Estimulante, predispõe à simpatia; oferece uma sensação de paz para produtos e serviços que precisam demonstrar sua segurança e estabilidade.
AZUL E VERMELHO: Estimulante da espiritualidade; combinação delicada e de maior eficácia na publicidade.
AZUL E PRETO: Sensação de antipatia; deixa o indivíduo preocupado; desvaloriza completamente a mensagem publicitária e é contraproducente.
VERMELHO E VERDE: Estimulante, mas de pouca eficácia publicitária. Geralmente se usa essa combinação para publicidade rural.
VERMELHO E AMARELO: Estimulante e eficaz em publicidade. Por outro lado as pesquisas indicam que pode causar opressão em certas pessoas e insatisfação em outras.
AMARELO E VERDE: Produz atitude passiva em muitas pessoas, sendo ineficaz em publicidade. Poderá resultar eficaz se houver mais detalhes coloridos na peça
As cores nas embalagens
CAFÉ- marrom-escuro com toques de laranja ou vermelho
CHOCOLATE- marrom-claro ou vermelho-alaranjado
LEITE- azul em vários tons, às vezes com um toque de vermelho
GORDURAS VEGETAIS- verde-claro e amarelo não muito forte
CARNES ENLATADAS- cor do produto em fundo vermelho, às vezes com um toque de verde
LEITE EM PÓ- azul e vermelho, amarelo e verde com um toque de vermelho
FRUTAS E COMPOTAS EM GERAL- cor do produto em fundo vermelho, com um toque de amarelo, às vezes.
DOCES EM GERAL- vermelho-alaranjado
AÇÚCAR- branco e azul, com toques de vermelho, letras vermelhas e pretas
MASSAS ALIMENTÍCIAS - transparência, vermelho, amarelo-ouro e às vezes com toques de azul
CHÁ E MATE- vermelho, branco e marrom
QUEIJOS- azul-claro, vermelho e branco, amarelo-claro
SORVETE - laranja, azul-claro, amarelo-ouro
ÓLEOS E AZEITES - verde, vermelho e toques de azul
IOGURTES - branco e azul
CERVEJA - amarelo-ouro, vermelho e branco
DETERGENTES - rosa, azul-turquesa, azul, cinza-esverdeado e branco-azulado
CERAS - tons de marrom e branco
INSETICIDAS - amarelo e preto, verde-escuro preto
DESINFETANTES - vermelho e branco, azul-marinho
DESODORANTES - verde, branco, azul com toques de vermelho ou roxo
SAIS DE BANHO - verde-claro, branco
BRONZEADORES - laranja, vermelho-magenta
DENTIFRÍCIOS - azul e branco, verde com branco e toques de vermelho
COSMÉTICOS - azul-pastel, rosa e amarelo-ouro
PERFUMES - roxo, amarelo-ouro e prateado
PRODUTOS PARA BEBÊS - azul e rosa em tons suaves
REMÉDIOS EM GERAL - azul-claro, marrom, branco e vermelho, dependendo do tipo de material, medicinal, estimulante ou repousante
LÂMINAS DE BARBEAR - azul-claro ou forte, vermelho
9. Marcas com alma vendem mais
Mais importante do que o que você faz com o patrocínio de sua marca é a sensação de proximidade que isto gera. Não é tão importante que as pessoas lembrem qual foi o espetáculo que sua organização apoiou, e sim o fato de sentir muito prazer ao terem contato com aquele show/evento. "É como se ao emocionar as pessoas o show conseguisse fazer uma colagem mental adicional da sua marca com toda aquela sensação — experiência de vida maravilhosa. Isto é grande, isto é o que vale!".
Nesta corrida dos varejos por vender preço a relação não pode ser só racional. "É necessário adicionar uns 20% de emoção e mais uns 20% de design, daí o resto do comercial pode ser preço e condições! E o resultado? Ora, sem dúvida muito maior do que se você ficasse só anunciando preço."
10. Anuncie A propaganda despertou muito interesse e curiosidade dos empresários que estavam receosos de investir neste modelo de comunicação. Muitos dizem que a propaganda não é para eles, devido seu elevado custo e não está ao alcance das pequenas empresas e apenas das grandes empresas que atendem generosas parcelas do mercado.
Outras ainda atribuem à propaganda os milagres de um velho ditado que diz: "A propaganda é a alma do negócio". Completamos a frase dizendo que ela não é a alma do negócio, mas, ajuda em muito a empresa comunicar de forma adequada com o seu público-alvo. Ela atua como um tambor amplificando tudo o que temos a oferecer em nossa fábrica ou em nossa loja. Se você está fabricando um bom produto ou prestando um serviço diferenciado nada mais do que necessário comunicar este fato ao mercado para que as pessoas sintam vontade de conhecer e comprar o seu produto.
11. PROPAGANDA:
Anúncios na TV, rádios, revistas, jornais etc. - Grande penetração com baixo custo por ouvinte atingido
12. MALA DIRETA: Ofertas por meio de mala direta postal ou tele marketing – Cobertura será mais concentrada em segmentos ou mercados que tenham maior interesse para a empresa;
12. PROMOÇÃO NO POTO- DE –VENDA:
Feiras exposições, demonstrações ofertas especiais em lojas e supermercados – Úteis no lançamento de novos produtos.
13. ALTERNATIVAS:
Uso da imaginação com o patrocínio de marketing esportivo , volantes encartados em jornais, anúncios em placas de ruas, tele shopping etc. – apresentam baixo custo com mensagem dirigida.
14. SLOGAN
Um slogan ou frase de efeito é uma frase de fácil memorização usada em contexto político, religioso ou comercial como uma expressão repetitiva de uma idéia ou propósito.
15. PROPAGANDA INSTITUCIONALA propaganda institucional, bem administrada, tem objetivos de promover e diferenciar ações, estratégias e planos de
responsabilidade social de empresas que prezam pelo crescimento de sua comunidade, cultura, educação e/ou preservação ambiental. Deste modo, como em qualquer outra ferramenta do
marketing, quando executada levando em consideração a
ética, sem menosprezar a capacidade de discernimento e a inteligência do público envolvido, proporciona que consumidores optem entre organizações concorrentes que atendam ou não aos interesses sociais.
16. Uma análise horizontal da interatividade na propaganda
Interatividade on demand
Este é o tipo de interatividade de primeira onda: clicou viu, viu, clicou. É o zapping da TV ou o zapping do clique em um banner, em um link. Procurar uma matéria no índice de uma revista é interatividade on demand. Escolher o refrigerante em uma "vending machine", idem. Que coisa sem charme, não? Pois então, digamos que este tipo aqui não pode ser chamado de interatividade, embora 99% de tudo que se vê na internet pertença a esta interatividade on demand.
Interatividade manipulada
Sabe aquele joguinho dos festejados anúncios laureados em festivais? Você joga uma bolinha em um buraquinho ou em dois buraquinhos ou em três buraquinhos. Quanto mais buraquinhos você acertar, melhor. Bacana, não? Porque se você acertar um, você ganha um desconto; dois lhe dão direito a mais desconto e 3, mais ainda. Super–hiper–ultra–criativo.
Ou aquele outro que você passa o mouse e gruda, ou passa e chacoalha, ou treme, ou acende, ou apaga. Excitante, não? Pois essa interatividade aí é manipulada, ou seja, o produto da interação do usuário foi determinado pelos criadores da peça. Ah, isso não é interatividade, não é mesmo? Interatividade supõe liberdade de ação e não manipulação. Pena que 99% de tudo aquilo que é chamado de "criativo" na internet pertença a esta interatividade manipulada.
Interatividade de resultado
Mas sejamos sérios. Interatividade não é "on demand" nem pode ser manipulada. Interatividade de verdade é aquela na qual o produto da ação do usuário responde a seus interesses ou impulsos. Como sempre, é mais fácil entender a partir de exemplos. Um banco online, por exemplo, no qual pode–se aplicar, transferir e pagar contas proporciona uma interatividade de resultado porque a resposta é sempre fruto de uma ação do agente.
Um terminal de caixa eletrônico é igualmente interativo. Um videogame multiusuário, também. Novelas e gincanas online idem. Interatividade de resultado exige uma interação organizada com um banco de dados, operações complexas e uma arquitetura de relacionamento sofisticada. Interatividade de resultado é praticamente impossível de realizar nos formatos de publicidade de que dispomos hoje na web.
Interatividade de imersão
Esta interatividade, a verdadeira, pertence ao universo da ficção científica. Ela se caracteriza pela imersão do agente em um ambiente virtual com a sensação física e psicológica de pertencer àquele mundo. Alguns games mais sofisticados chegam muito perto deste tipo de interatividade, principalmente no que diz respeito à sensação psicológica. A física consegue ser simulada também em alguns jogos, mas de maneira ainda primária. Um filme no cinema chega muito perto desta imersão psicológica, mas não podemos falar tampouco de interatividade uma vez que o espectador assiste passivamente a ele. Já na web, não existe interatividade de imersão, ainda.
17. Uma análise vertical da interatividade na propaganda.
Interatividade racional
Vamos agora introduzir uma outra dimensão do conceito de interatividade. Primeiro a interatividade "racional", a saber, aquela que consiste na interação objetiva, de causa/efeito, quase matemática do usuário. Todo o tipo de interação que se opera com o cérebro consciente do usuário é deste tipo. Não pretendo entrar em meandros psicológicos mas gostaria de me concentrar apenas no que diz respeito à propaganda.
Uma propaganda racional é aquela que aborda de forma quase analítica os benefícios e atributos de um produto ou marca: o sabão em pó X lava mais branco porque possui os ingredientes Y e Z que, comprovadamente, têm essa propriedade. Ou, ainda, compre a marca X porque ela é mais barata. A interatividade da publicidade on-line é quase sempre racional.
Interatividade emocional
Sabe–se, no entanto, que os impulsos que motivam a compra ou fidelidade de marca não são necessariamente de natureza racionais. Podemos até admitir que argumentos racionais são menos perenes em termos de comunicação do que aqueles que trabalham com o envolvimento emocional do consumidor.